Segundo revela levantamento realizado pelo economista, estatístico, consultor de empresas e acadêmico da Ansp (Academia Nacional de Seguros e Previdência), Luiz Roberto Castiglione, O consumo médio de seguros, previdência privada e capitalização por habitante no Brasil cresceu 15,63% em 2010.
De acordo com o estudo, em 2009, o consumo médio por habitante ficava em torno de R$ 532. No ano passado, este valor passou para R$ 615, considerando um montante total de R$ 117,346 bilhões e uma população de 190,732 milhões de habitantes registrada pelo censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Considerando somente o setor de seguros, o consumo teve alta de 14,60% no ano passado, em comparação com 2009, atingindo 45,48% do mercado total. O resultado reflete o desempenho de extensão garantia – patrimonial (acréscimo de 67,57%), vida individual (+36,89%), prestamista (+24,94%), residencial (+22,65%) e habitacional (+21,88%), entre outros. O seguro de automóvel cresceu 15,28% em um ano.
Estados
No geral, as vendas das seguradoras apresentaram alta de 16,98% entre o ano passado e o imediatamente anterior. Além do ramo de seguros, cresceram o mercado de capitalização (20,18%), VGBL (21,81%), PGBL (16,94%) e previdência privada (9,23%).
Por estado, excluindo o VGBL, São Paulo foi o que deteve a maior parte dos prêmios ou mensalidades: 47,41%. Rio de Janeiro veio a seguir, com 9,41%.
O estado com menor participação foi Roraima (0,04%).
Fonte: Infomoney
A linguagem comumente utilizada nos contratos de seguro é de difícil compreensão para as pessoas, muitas vezes até para aquelas que possuem muitos anos de educação formal.
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Entre janeiro e outubro de 2010 as seguradoras faturaram aproximadamente R$ 70 milhões em prêmios com apólices de RC Profissional